A Prada lança neste Verão do Hemisfério Norte uma coleção de bolsas chamada BYO (Bring Your Own Bag). O modelo de nylon é leve - tem aproximadamente 150 gramas - pode ser usada como ecobag.
A peça foi uma iniciativa da Casa de Ética Italiana para proibir o uso de poluentes contidos nas sacolas de plástico. As estampas, além de lindas, são supervariadas.
Ao todo são oito estampas exclusivas como azulejo, formas geométricas, flores, pinceladas, caleidoscópio psicodélico. As impressões são feitas a partir dos padrões de arquivos da casa Prada, como vestidos, sapatilhas e bolsas.
Cada modelo custa 200 euros e estará disponível nas lojas de Paris no fim do mês. Já pode encomendar a muamba com a amiga!
Cada saco custa 200 euros e estará disponível nas lojas de Paris no final deste mês.
Fonte: Finíssimo
sexta-feira, 23 de julho de 2010
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Faça você mesmo: carteira personalizada
Essa vai para aquelas que adoram jogar tudo dentro da bolsa, amassar as notas de dindin, danificar a tarja magnética dos cartões no prendedor de cabelo, rasgar os cartões de visita no zíper, etc etc!
O que acha de ter uma carteira personalizada, única, que você nunca vai correr o risco de ver outra pessoa tirar uma igualzinha de dentro da bolsa? Quer? Então mãos á obra!
O site MdeMulher traz um passo-a-passo para você fazer suas carteiras personalizadas utilizando caixas de leite vazias. O resultado é bem legal, e você ainda dá uma pequena contribuição ao meio ambiente.
Quer fazer? Então acesse aqui.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Treinando bons hábitos
Muitas vezes a falta de hábito atrapalha, mesmo quando já compreendemos a necessidade e a facilidade em adotarmos atitudes responsáveis com o meio ambiente.
Imagine a diferença que faria se algo pudesse nos avisar a fechar a torneira na hora de escovar os dentes, passar o shampoo no cabelo ou o sabão líquido?
Pois o stop-the-water-while-using-me.com pensou, e colocou esse aviso direto na embalagem.
Além de funcional, ficou muito estiloso!
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Não depende apenas das empresas
Em uma ótima matéria da revista Época, as empresas mostram que vem atendendo aos pedidos de seus consumidores por produtos mais ecológicos e menos agressivos, e isso sem aumentar o preço. Porém, essa preferência do consumidor não vem se refletindo nas prateleiras.
Podemos usar o exemplo da Unilever, que em 2008 lançou a versão concentrada de seu principal amaciante. Com meio litro, o produto rende tanto quanto com 2 litros do anterior. Só com essa simples mudança, a embalagem (por ser menor) economiza 58% de plástico (e consequentemente menos petróleo), seu transporte é otimizado e reduz em 67% as viagens de caminhões para chegar aos pontos de venda (menos poluição despejada no ar), além do seu processo de produção, que consome 79% a menos de água.
Com tudo isso, o produto custa 20% a menos que o tradicional, porém, ainda vende 50% a menos, segundo um levantamento feito no Walmart.
Essa matéria mostra um outro lado da questão ambiental, onde o consumidor não aproveita as mudanças que algumas empresas estão fazendo para se adequarem aos novos padrões. Conforme uma pesquisa do Instituto Akatu para o Consumo Consciente, 80% das pessoas dizem valorizar os produtos verdes. Mas só 30% delas concretizam suas intenções no ato da compra. Há uma longa distância entre propósito e ação.
Óleo Liza
O que mudou: processos produtivos e embalagem
Principais resultados: economia de 26% no consumo de água, 18% no consumo de energia elétrica e 10% na quantidade de matéria-prima plástica na produção das garrafas.
Matte Leão Orgânico
O que mudou: matéria-prima e embalagem
Principais resultados: uso de 100% de erva-mate orgânica certificada, material 100% reciclado na embalagem, redução de 90% na tinta de impressão na embalagem.
Pinho Sol
O que mudou: processos produtivos e embalagem
Principais resultados: redução de 15% da gramatura da tampa, utilização de PET reciclado na embalagem e 45% de papelão reciclado nas caixas de transporte.
Band-Aid
O que mudou: embalagem
Principais resultados: redução de 18% de matérias-primas da embalagem, uso de 30% de matéria reciclada, reúso de 50 toneladas por ano de resíduos de papel siliconado e economia de 72 contêineres por ano para o transporte.
SABÃO EM PÓ
- Sabão em pó Ariel
Preço: cerca de R$ 4
- Sabão em pó Ariel Ecomax
Preço: cerca de R$ 4
Desenvolvido pela Procter & Gamble com exclusividade para o Walmart, o Ariel Ecomax faz menos espuma e reduz o número de enxágues necessários na máquina de lavar. O resultado é uma economia de 30% de água, além de energia. A cada 10 kg de Ariel vendidos na rede, 3,6 kg são da versão ecológica
AMACIANTE
- Amaciante Comfort
Preço: cerca de R$ 5
- Amaciante Comfort concentrado
Preço: cerca de R$ 4
O Comfort concentrado tem um quarto do tamanho do convencional e custa 20% menos. Foi um dos pioneiros. Por ser menor, economiza 79% de água, 58% de plástico na embalagem e 67% dos caminhões no transporte. A cada dez amaciantes Comfort vendidos no Walmart, quatro são concentrados
TELEFONE
- Telefone Ibratele
Preço: cerca de R$ 66
- Telefone Ibratele Ecoline
Preço: cerca de R$ 24
O Ibratele Ecoline é 100% feito com material reciclado, além de ser reciclável. Feito de carcaça de computadores velhos, tem o manual impresso na caixa para economizar papel. Apesar de ser quase três vezes mais barato que o clássico da marca, vende a mesma quantidade que o original
PAPEL HIGIÊNICO
- Papel higiênico Neve
Preço: cerca de R$ 15
- Papel higiênico Neve Naturali
Preço: cerca de R$ 12
O Neve Naturali, exclusivo do Walmart, é feito com fibras de papel reciclado obtidas a partir de aparas selecionadas, tem os rolos compactados para caber em uma embalagem menor. Para cada quatro pacotes do papel higiênico Neve convencional, é vendido um do Naturali
Veja a matéria completa: Época
Podemos usar o exemplo da Unilever, que em 2008 lançou a versão concentrada de seu principal amaciante. Com meio litro, o produto rende tanto quanto com 2 litros do anterior. Só com essa simples mudança, a embalagem (por ser menor) economiza 58% de plástico (e consequentemente menos petróleo), seu transporte é otimizado e reduz em 67% as viagens de caminhões para chegar aos pontos de venda (menos poluição despejada no ar), além do seu processo de produção, que consome 79% a menos de água.
Com tudo isso, o produto custa 20% a menos que o tradicional, porém, ainda vende 50% a menos, segundo um levantamento feito no Walmart.
Essa matéria mostra um outro lado da questão ambiental, onde o consumidor não aproveita as mudanças que algumas empresas estão fazendo para se adequarem aos novos padrões. Conforme uma pesquisa do Instituto Akatu para o Consumo Consciente, 80% das pessoas dizem valorizar os produtos verdes. Mas só 30% delas concretizam suas intenções no ato da compra. Há uma longa distância entre propósito e ação.
Óleo Liza
O que mudou: processos produtivos e embalagem
Principais resultados: economia de 26% no consumo de água, 18% no consumo de energia elétrica e 10% na quantidade de matéria-prima plástica na produção das garrafas.
Matte Leão Orgânico
O que mudou: matéria-prima e embalagem
Principais resultados: uso de 100% de erva-mate orgânica certificada, material 100% reciclado na embalagem, redução de 90% na tinta de impressão na embalagem.
Pinho Sol
O que mudou: processos produtivos e embalagem
Principais resultados: redução de 15% da gramatura da tampa, utilização de PET reciclado na embalagem e 45% de papelão reciclado nas caixas de transporte.
Band-Aid
O que mudou: embalagem
Principais resultados: redução de 18% de matérias-primas da embalagem, uso de 30% de matéria reciclada, reúso de 50 toneladas por ano de resíduos de papel siliconado e economia de 72 contêineres por ano para o transporte.
SABÃO EM PÓ
- Sabão em pó Ariel
Preço: cerca de R$ 4
- Sabão em pó Ariel Ecomax
Preço: cerca de R$ 4
Desenvolvido pela Procter & Gamble com exclusividade para o Walmart, o Ariel Ecomax faz menos espuma e reduz o número de enxágues necessários na máquina de lavar. O resultado é uma economia de 30% de água, além de energia. A cada 10 kg de Ariel vendidos na rede, 3,6 kg são da versão ecológica
AMACIANTE
- Amaciante Comfort
Preço: cerca de R$ 5
- Amaciante Comfort concentrado
Preço: cerca de R$ 4
O Comfort concentrado tem um quarto do tamanho do convencional e custa 20% menos. Foi um dos pioneiros. Por ser menor, economiza 79% de água, 58% de plástico na embalagem e 67% dos caminhões no transporte. A cada dez amaciantes Comfort vendidos no Walmart, quatro são concentrados
TELEFONE
- Telefone Ibratele
Preço: cerca de R$ 66
- Telefone Ibratele Ecoline
Preço: cerca de R$ 24
O Ibratele Ecoline é 100% feito com material reciclado, além de ser reciclável. Feito de carcaça de computadores velhos, tem o manual impresso na caixa para economizar papel. Apesar de ser quase três vezes mais barato que o clássico da marca, vende a mesma quantidade que o original
PAPEL HIGIÊNICO
- Papel higiênico Neve
Preço: cerca de R$ 15
- Papel higiênico Neve Naturali
Preço: cerca de R$ 12
O Neve Naturali, exclusivo do Walmart, é feito com fibras de papel reciclado obtidas a partir de aparas selecionadas, tem os rolos compactados para caber em uma embalagem menor. Para cada quatro pacotes do papel higiênico Neve convencional, é vendido um do Naturali
Veja a matéria completa: Época
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Mais uma do mundo fashion: café e bagaço de cana viram acessórios
Pó de café, bagaço de cana, garrafas Pet, fibra de bananeira, cápsulas de café Nespresso usadas. Todos esses produtos têm um fim certo na casa de muita gente: o lixo. Pois para alguns designers que estão no Rio-à-Porter, feira de negócios que acontece junto com o Fashion Rio, transformam esses materiais em objetos de design, como colares e bolsas.
A marca Zóia, do Rio de Janeiro, especializada em produzir acessórios de cerâmica plástica, também inova em materiais. Tem colar que leva um revestimento de lâmina de PET, usadas geralmente para revestir móveis. As peças são de lâmina de bambu e um dos lados recebe o produto feito a partir desse tipo de plástico das garrafas.
A proprietária Alessandra Wagner diz que também estão dando um uso ao pó de café utilizado na fábrica. “Depois de usado, no lugar de ir para o lixo, passa por um processo de compactação, recebendo outros componentes para ficar duro”, disse. O produto tem 90% de pó reciclável e exala o cheiro do café. A empresa também criou um colar com 21 cápsulas de Nespresso, como protótipo. “A aceitação foi grande e pelo menos 50% dos pedidos incluíram a peça.” As sobras das cerâmicas plásticas também são reutilizadas para a confecção de acessórios. A média de preço ao consumidor dos produtos da empresa é de R$ 100.
A designer Denise Corrêa, dona da grife Donna Onça, que existe há dois anos, trabalha com bagaço de cana, lona e tecido de Pet, além de fibra de bananeira para criar bolsas e carteiras. “Uma carteira demora em média uma semana para fazer, a partir da prensagem do bagaço”, afirmou.
Denise mantém parceria com a AME (Associação de Mulheres Empreendedoras de Campos de Goyatacazes), integrantes do ProArte, grupo de produção artesanal da cidade fluminense. As mulheres produzem ainda carteiras a partir de filtro de café usado e bijuterias também com o bagaço de cana.
Fonte: Terra
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Hashis, também para decorar

Bilhões e bilhões de Hashis (os pauzinhos utilizados para o consumo de comida japonesa e chinesa) são utilizados e descartados no mundo, e estima-se que 25 milhões de árvores de bambu são utilizadas para a sua fabricação.
Bryan Parks, americano que viveu durante muitos anos na China, percebeu o problema e enxergou uma oportunidade: por que não transforma-los em peças de decoração?
Investindo em pesquisa ele desenvolveu um processo de higienização dos hashis e criou o design dos produtos utilizando o material. Foi ai que nasceu a Kwytza Kraft.
A empresa produz luminárias, fruteiras e até bolsas, obtendo um resultado super interessante e sustentável. Você pode conhecer e comprar as peças através do site da própria Kwytza Kraft ou da loja Vivavi.
Bryan Parks, americano que viveu durante muitos anos na China, percebeu o problema e enxergou uma oportunidade: por que não transforma-los em peças de decoração?
Investindo em pesquisa ele desenvolveu um processo de higienização dos hashis e criou o design dos produtos utilizando o material. Foi ai que nasceu a Kwytza Kraft.
A empresa produz luminárias, fruteiras e até bolsas, obtendo um resultado super interessante e sustentável. Você pode conhecer e comprar as peças através do site da própria Kwytza Kraft ou da loja Vivavi.

Já em uma versão mais caseira e experimental o designer Joseph Palmer’s criou o chinelo feito com hashis. Com os pauzinhos ele fez a base, com camurça de um antigo quadro de avisos a sola, as tiras vieram de uma mala antiga e toda a costura foi feita com fio dental, curioso não?
O bacana destes produtos e experimentos é demonstrar que com criatividade é possível reaproveitar qualquer tipo de material e trazer a tona o nosso péssimo hábito de utilizar produtos que só nos servirão uma vez e serão descartados no meio ambiente.
Fonte: Bog Coletivo Verde
O bacana destes produtos e experimentos é demonstrar que com criatividade é possível reaproveitar qualquer tipo de material e trazer a tona o nosso péssimo hábito de utilizar produtos que só nos servirão uma vez e serão descartados no meio ambiente.
Fonte: Bog Coletivo Verde
terça-feira, 8 de junho de 2010
Exposição com móveis sustentáveis
Com o uso de madeira de demolição, o designer e arquiteto brasileiro Carlos Motta criou as 25 peças da mostra “Móveis de madeira reutilizada”, que tem abertura nesta terça-feira (8), no Museu da Casa Brasileira, em São Paulo. “São peças independentes, desenhadas sem pressão da grande correnteza”, diz o profissional, que na ocasião lança o livro “Carlos Motta e a Vida”, pela Editora Bei.
“Grande parte do que venho desenhando é para ser produzido com essa madeira de redescobrimento, rediscovered wood. É assim que é conhecida por aí no mundão. Reaproveitar, fazer novo uso do material”, explica Carlos Motta. “Na mostra, fica clara a responsabilidade ambiental e social, como pré-requisito de primeira grandeza para a realização do bom design. Sabemos quanto está desgastada a palavra sustentabilidade, porém é o que buscamos, esta é a meta da humanidade”. A mostra vai para Nova York em setembro e segue para Los Angeles em março de 2011.
Algumas são peças únicas, outras podem ser repetidas em pequenas quantidades. Uma delas, a Poltrona Radar, criada em 2008 e construída em peroba rosa de redescobrimento, com lustração especial, é giratória, com estrutura em ferro oxidado. Foi especialmente desenvolvida para as exposições no MCB e nos Estados Unidos.
Há uma exceção no conjunto de peças apresentadas por Carlos Motta. As cadeiras Havaianas foram criadas em madeira certificada e, assim como as sandálias homônimas, são apresentadas em várias cores: amarelo, prateado, azul, dourado, cinza chumbo e vermelho.



O livro
Com concepção e projeto de Paulo Lima, publisher da Trip Editora, e Rafic Farah, arquiteto e designer, o livro “Carlos Motta e a Vida” percorre o caminho que une vida e obra de seu protagonista, sem ser um catálogo de peças nem uma biografia.
A história de Carlos Motta e sua concepção de trabalho são apresentadas a partir das entrevistas concedidas por ele a Adélia Borges (jornalista e curadora da exposição), Alfredo Pimenta (arquiteto), e Paulo Lima, combinadas a depoimentos de clientes, amigos e parentes, como Paulo Mendes da Rocha, Sergio Rodrigues e Walter Sales. A publicação vem acompanhada de um DVD, “Carlos Motta nas ondas da vida”. O documentário tem duração de 30 minutos e abrange, como o livro, a vida e o trabalho do designer.
Serviço
Exposição: “Móveis de madeira reutilizada”, de Carlos Motta
Abertura: Dia 8 de junho de 2010, às 19h30, com lançamento do livro “Carlos Motta e a Vida”
Visitação: De 9 de junho a 4 de julho
Horário: De terça a domingo, das 10h às 18h
Local: Museu da Casa Brasileira
Endereço: Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2705, Jardim Paulistano, São Paulo (SP)
Ingresso: R$ 4 e R$ 2 (estudantes). Grátis aos domingos e feriados
Informações: (11) 3032-3727 www.mcb.org.br
Livro: “Carlos Motta e a Vida”
Autores: Paulo Lima e Rafic Farah
Editora: Bei
Páginas: 180
Formato: 23 por 29,5 cm
Preço: R$ 90
Fonte: UOL Notícias
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